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RUI VITÓRIA: “É NATURAL QUE HAJA ALGUMAS MUDANÇAS”

Com o Benfica envolvido em diversas frentes competitivas, o treinador Rui Vitória admite apresentar diante do Braga, na noite de quarta-feira (21h15), uma equipa com algumas peças diferentes, no arranque da fase de grupos da Taça da Liga CTT.
“É natural que haja algumas mudanças, mas sempre numa perspetiva dos jogadores que podem dar a melhor reposta. Tenho vários a trabalhar bem e à espera de uma oportunidade. O que possa mexer tem a ver com aqueles jogadores que possam estar agora em melhores condições para formar o onze base”, garantiu esta terça-feira o técnico, em declarações à BTV.
Uma estreia é sempre uma estreia. Olhando para o primeiro jogo na edição 2017/18 da Taça da Liga, Rui Vitória destacou que “as expectativas” da equipa encarnada “são grandes”, até pelo recheado historial do Clube na prova: “Vamos querer entrar a ganhar. Esperamos um jogo contra um adversário forte, porque sabemos que o Braga é um bom adversário. Do outro lado vamos ter uma equipa difícil, com bons jogadores, bem organizada, mas pensamos muito em nós, naquilo que temos de fazer para derrotar o Braga.”
Na ronda número um da corrente edição da Liga NOS, ainda em agosto, o Benfica recebeu e venceu o Braga por 3-1. A respeito de diferenças que possam ser notadas no adversário, Rui Vitória evita entrar em detalhes.
“O Braga tem vindo a fazer vários jogos, como nós. Na altura em que nos defrontámos, vínhamos de uma pré-época, mas agora há um conjunto de competições a funcionar. O nosso adversário tem rodado em termos de onze base, mas tem jogadores de qualidade que formam um onze forte. Por isso espero um bom adversário, que vai querer dificultar-nos a tarefa e disputar este jogo, mas isto não mexe nada com a forma de olharmos para o jogo e para a competição. Respeitamos um adversário difícil, mas queremos muito ganhar”, acentuou o técnico das águias.
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MELHOR EXERCÍCIO DA HISTÓRIA DA SAD

A SAD do Benfica registou o melhor desempenho de sempre na história do Clube no exercício 2016/2017, com um resultado líquido que ultrapassa os 44,5 milhões de euros.
Este é o quarto exercício consecutivo em que a Sociedade apresenta lucros. “O resultado líquido ultrapassa os 44,5 milhões de euros, o que equivale a um crescimento de 118,4% face ao exercício transato, no qual já tinha atingido resultados positivos no valor de 20,4 milhões de euros”, pode ler-se no Relatório e Contas enviado esta terça-feira à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários).
O ativo ascende a 506,1 milhões de euros, valores históricos que ultrapassam, pela primeira vez, a barreira dos 500 milhões de euros, um facto inédito no panorama do futebol português.
Quanto ao passivo (438,3 milhões de euros), regista-se um decréscimo que ultrapassa os 17,1 milhões de euros, “o que corresponde a uma variação de 3,8%, sendo essencialmente justificado pela diminuição do passivo remunerado, designadamente dos empréstimos obtidos".
"De realçar que o passivo corrente apresenta uma diminuição de 122 milhões de euros, dado que os compromissos com os empréstimos obtidos foram reestruturados e passaram para o passivo não corrente", lê-se na referida nota enviada à CMVM.
A Sociedade chama ainda a atenção para o facto de, “à exceção do primeiro exercício (2000/2001), no qual a Benfica SAD ainda apresentava um rácio do capital próprio vs capital social de 50,9%, a Sociedade nunca esteve em condições de cumprir o estipulado no artigo 35º do CSC, dado que desde a sua constituição a Benfica SAD teve de assumir a responsabilidade de várias contingências de gestões passadas e teve de efetuar importantes investimentos que permitissem recuperar a credibilidade e a capacidade competitiva do Benfica”.
“Esta meta alcançada no final do exercício tem um maior significado para o Grupo Benfica, sendo demonstrativa da tendência de recuperação a que se tem vindo a assistir nos últimos anos”, lê-se no Relatório e Contas do Clube.
"No âmbito desta restruturação, a dívida bancária regista uma forte redução pelo segundo ano consecutivo, no montante de 88,9 milhões de euros (2015/2016: 49,7 milhões de euros), tendo sido parcialmente compensada pelo incremento do valor dos empréstimos obrigacionistas por subscrição pública em 59,3 milhões de euros", é também salientado no documento.
Já os resultados operacionais (incluindo transações de direitos de atletas) “atingem os 62,9 milhões de euros, o que significa uma melhoria de 65,5% face ao período homólogo”.
“Os rendimentos operacionais (excluindo transações de direitos de atletas) ascendem a 128,2 milhões de euros, o que representa um crescimento de 1,7% face ao período homólogo, sendo este crescimento principalmente justificado pelo aumento das receitas decorrentes do contrato celebrado com a NOS, que entrou em vigor no presente exercício”.
As transferências de jogadores como jogadores Gonçalo Guedes, Hélder Costa, Ederson e Victor Lindelof renderem ao Clube mais de 123 milhões de euros, “o que significa uma melhoria de 50,2% face ao período transato.”
De realçar ainda os capitais próprios consolidados da Benfica SAD, que “apresentam um saldo de 67,7 milhões de euros” e os capitais próprios individuais que “ascendem a 70,3 milhões de euros”. Em ambos os casos “superam os 57,5 milhões de euros, que corresponde a 50% do capital social da Sociedade”, explica o documento.
RESUMO ECONÓMICO E FINANCEIRO CONSOLIDADO DA SAD 
  • Resultado líquido: +44,537 M€ (+118,4%)
  • Resultado operacional: +62,9 M€ (+65,5%)
  • Rendimentos operacionais (sem transações com atletas): 128,2 M€ (+1,7%)
  • Rendimentos totais: 253,5 M€ (+19,7%)
  • Ativo: 506,1 M€ (+6,2, aumento de 29,7 M€)
  • Passivo: 438,3 M€ (-3,8%, diminuição de 17,1 M€)
  • Capital próprio: 67,7 M€ (melhoria de 46,8 M€)
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ABEL FERREIRA: “BENFICA TEM UM PLANTEL DE CAMPEÕES”

Abel Ferreira assumiu, esta terça-feira, em conferência de imprensa, o desejo de vencer o Benfica na jornada inaugural da fase de grupos da Taça da Liga. No entanto, o técnico alerta para as dificuldades.
"Queremos muito estar presentes na final four. Sabemos que a tarefa vai ser dura, vai exigir o nosso melhor já no jogo de amanhã, e tivemos apenas dois dias para preparar a estratégia para esta partida. Mas vamos apresentar uma equipa competitiva, responsável, exigente, sabendo que a máxima é vencer sempre, independentemente do adversário. É essa a nossa responsabilidade", disse o treinador do SC Braga.
"O que interessa é que os meus jogadores se mantenham alerta, intensos, e que joguem para vencer. O nosso adversário tem um grande plantel, de campeões, e um grande treinador, também ele campeão, e que continua a valorizar jogadores mais jovens. O Benfica é uma grande instituição com recursos enormes. Eles vão entrar fortes, já avisei os meus jogadores para esse facto... Temos de nos manter alerta. Não sei se vou ganhar, mas o que eu quero, acima de tudo, é que os meus jogadores tenham a coragem e a confiança para desafiar um grande adversário", acrescentou.
Abel Ferreira confirmou ainda a titularidade de André Moreira na baliza e de Ricardo Ferreira no eixo da defesa. "Vão ser os dois titulares. Já tinha avisado o André [Moreira] que ia jogar este jogo. Disse-lhe depois da partida com o Boavista, para a Taça da Liga. Quis prepará-lo atempadamente para este desafio. Quantas mudanças no onze? Vou fazer cinco...", concluiu.
O SL Benfica-SC Braga está agendado para as 21h15 desta quarta-feira, no Estádio da Luz.
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BILHETES ESGOTADOS PARA O BASILEIA-BENFICA

Estão esgotados os bilhetes para o encontro entre Benfica e Basileia, referente à 2.ª jornada da Fase de Grupos da Liga dos Campeões.
No dia 27 de setembro, no St. Jakob-Park, na Suíça, a formação liderada por Rui Vitória vai procurar manter a invencibilidade frente a clubes suíços.
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HUGO FIGUEIRA: "COM UM ANDEBOL BONITO, AINDA MAIS NOS APOIARÃO"

O último domingo, no clássico, foi o exemplo sintomático daquilo que se quer fim de semana após fim de semana nos Pavilhões da Luz! Os adeptos responderam em massa e, dentro e fora de campo, houve espetáculo.
“Isto é um ciclo! Se nós conseguirmos transmitir um andebol bonito, um andebol que as pessoas gostem, as pessoas cada vez mais virão ver-nos jogar. Agora, se pudermos aliar o jogar bem com um excelente resultado… esse é o grande objetivo. Se puxarmos pelas pessoas elas aderem facilmente, é um ciclo virtuoso e o desejo é que seja vitorioso. As pessoas querem campeonatos devido à cultura de exigência que existe no Benfica. E nós também! Queremos que os adeptos apareçam e que, com a força deles, sejam o 8.º jogador e consigamos chegar à vitória e aos títulos”, afirmou em jeito de elogio.
E acerca da rivalidade? É igual em todas as modalidades?
“Já joguei nos três grandes e o que eu sinto é que o Benfica é sempre o alvo a abater! Temos de estar preparados para isso, com a cabeça bem assente, focados e concentrados nos nossos objetivos. Isso é o mais importante e o que verdadeiramente importa”, revelou o guardião das águias.
A fechar, uma mensagem…
“O que eu quero e desejo é que as pessoas continuem a apoiar a nossa modalidade, o andebol, bem como todas as outras e em todos os campos e Pavilhões onde o Benfica jogue. Essa força, vinda das bancadas, é importantíssima para o sucesso, as vitórias e as conquistas de títulos”, salientou Hugo Figueira.
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À ATENÇÃO DO BENFICA: BASILEIA SEGUE NA TAÇA DA SUÍÇA

O Basileia, adversário do Benfica na Liga dos Campeões, qualificou-se este domingo para os oitavos de final da Taça da Suíça, ao vencer por 0-1 no estádio do FC Chiasso.
Um golo tardio do médio Cedric Itten, marcado aos 83 minutos, resolveu um jogo que teve três jogadores expulsos, dois para os anfitriões e um para os visitantes.
O Basileia recebe o Benfica a 27 de setembro, em jogo da segundo jornada do Grupo A da Liga dos Campeões.
Onze: Salvi, Akanji, Suchy, Balanta, Petretta, Xhaka, Fransson, Gaber, Elyounoussi, Bua e Steffen.
Suplentes utilizados: Cedric Jan Itten, Luca Zuffi e Davide Callá.
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JONAS CADA VEZ MAIS CERTEIRO

Soma 682 minutos de jogo em 2017/18, oito golos marcados noutras tantas partidas oficiais e é ainda o melhor marcador do Campeonato Nacional (sete golos em seis jornadas, com uma média de 1,17 golos por desafio). Jonas continua afinado na finalização, mas ainda mais certeiro do que em épocas anteriores.
 São os números que o comprovam. O avançado brasileiro de 33 anos tem, por esta altura, o dobro dos golos que tinha no mesmo bloco de jogos da temporada passada. Em 2016/17, em igual quantidade de partidas, Jonas tinha apontado quatro dos 18 golos com que terminou a época, com uma média de 0,64 golos por jogo.
Em 2014/15 chegou à Luz e rapidamente deixou marca. Nesse ano foi o segundo melhor marcador da competição, com 20 golos, menos um apenas do que Jackson Martínez. Na temporada seguinte, tomou balanço e “atirou-se” para o topo da lista, com um total de 36 golos em 48 jogos. Duas épocas consecutivas com o registo de sete golos nos oito primeiros jogos de cada temporada, com uma média de 0,8 golos por encontro.
Mas não é só em Portugal que o goleador do Benfica sobressai. Olhando para os melhores marcadores dos principais campeonatos europeus, vemos o rendimento global e médio de Jonas a par dos registos dos jogadores mais produtivos: Dybala (oito golos em quatro jornadas pela Juventus), Falcao (nove em seis pelo Mónaco), Messi (cinco em quatro pelo Barcelona), Lewandowski (cinco em quatro pelo Bayern) e Aguero e Lukaku (cinco em cinco por Manchester City e Manchester United, respetivamente).
Com um encontro com o SC Braga à porta, não nos podemos esquecer da primeira jornada do Campeonato Nacional 2017/2018. Com um poderoso disparo de primeira – num jogo onde também fez uma assistência –, Jonas contribuiu para a vitória por 3-1 e marcou aquele que seria o segundo golo da época depois de ter faturado na Supertaça.  
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BRUNO ESTEVES APITA TAÇA CTT NA LUZ

Bruno Esteves foi o árbitro nomeado pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para apitar o encontro entre SL Benfica e SC Braga, referente ao arranque da Taça CTT.
O árbitro da Associação de Futebol de Setúbal terá como assistentes Rui Teixeira e Rodrigo Pereira. André Narciso será o quarto árbitro e João Silva o observador.
O SL Benfica-SC Braga está marcado para as 21h15 desta quarta-feira, no Estádio da Luz.
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TRIUNFO DE CLASSE NO CLÁSSICO!

Domingo de clássico em andebol, com SL Benfica e FC Porto a medirem forças à passagem da 3.ª jornada do Campeonato Nacional.
Os adeptos responderam em força ao repto e, dentro das quatro linhas, num Pavilhão ao rubro, os jogadores corresponderam.
Desde muito cedo que as águias se colocaram na frente do marcador, dominado a partida, e com um andebol entusiasmante, foram cavando um importante fosso no marcador.
Ao intervalo, 14-11… e muita classe! Na segunda metade mais do mesmo, com os encarnados a jogarem bem e bonito.
Nos últimos de minutos a equipa nortenha ainda esboçou uma reação, reduziu a vantagem para apenas dois golos, contudo, este Benfica sabe muito bem o que quer e rapidamente resolveu a situação.
No final, triunfo taxativo e por números convincentes: 28-25.
Até ao momento, o Benfica soma por vitórias todos os jogos oficias realizados esta temporada, quer para a Taça EHF, quer para o Campeonato Nacional.
Na próxima jornada os encarnados viajam até ao reduto do Avanca, um desafio marcado para o próximo fim de semana.
Carlos Resende fez alinhar de início: Hugo Figueira, Pedro Seabra, Ricardo Pesqueira, Cavalcanti, Belone Moreira, Davide Carvalho e Vidrago.
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RÚBEN DIAS: MAIS UMA ESTREIA DA CAIXA DOS TALENTOS!

Ontem à noite, no Bessa, mais um momento alto e sintomático do novo paradigma que rege o Clube: Rúben Dias estreou-se na equipa principal como titular, fazendo dupla na zona central da defesa com o emblemático Luisão.
Mais uma estreia ao mais alto nível de um jogador made in Seixal! Rúben Dias está desde 2008 no Clube e tem sido uma caminhada bonita e em crescendo, com o jovem de apenas 20 anos (14/05/1997), a afirmar-se nos respetivos escalões que percorreu, com títulos, sendo hoje uma imagem de referência para os mais jovens.
Foi Campeão Nacional de Iniciados em 2012, campeão Nacional de Juvenis em 2013 e soma 59 jogos na equipa B do Clube.
Com a camisola das Quinas conta com 60 internacionalizações entre os Sub-16 e os Sub-21. A primeira aconteceu a 20 de novembro de 2012 e somente não somou internacionalizações como Sub-18, isto porque na altura jogava já na seleção Sub-19.
Rúben Dias esteve no Europeu Sub-17 (2014), no Europeu Sub-19 (2016) e no Mundial Sub-20 este ano.
Tem sido um jogador a crescer, a saber aproveitar as oportunidades e ontem, no Bessa, não obstante o resultado final, rubricou uma exibição segura, constituindo uma opção válida para Rui Vitória.
Se olharmos com atenção, é motivo de destaque óbvio, contudo, não é caso único ou raro… pelo contrário!
Recuando até 2015, são vários os nomes que surgem na equipa principal das águias oriundas do Caixa Futebol Campus, com Rui Vitória a promover e a apadrinhar estreias.
Ederson, Nélson Semedo, Lindelof, Renato Sanches, Gonçalo Guedes, Bruno Varela, Diogo Gonçalves, José Gomes, Kalaica, André Horta... todos eles sabem já o que é vestir o Manto Sagrado ao mais alto nível.
Olhando para o atual plantel, João Carvalho constitui-se também como uma possibilidade válida para Rui Vitória e, com a política de sinergia entre todo o Futebol, que une o CFC à Casa-Mãe, com toda a certeza que este e outros jogadores poderão estar na calha.
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REAÇÃO FINAL NÃO CHEGOU

Disputou-se esta manhã de domingo a 7.ª jornada da II Liga, com o SL Benfica B a viajar até ao reduto do Cova da Piedade.
No Municipal José Martins Vieira começaram melhor os anfitriões, com Zlobin chamado a intervir – e bem! - num bom par de situações.
O Benfica procurava assentar o seu jogo, perante um Cova da Piedade, com linhas muito compactas, a fechar os espaços aos encarnados.
As duas equipas procuravam o golo e, aos 22’, num lance de inspiração individual, Dieguinho colocou os da casa em vantagem… Um tento de belo efeito e sem qualquer hipótese para o guardião russo das águias.
O Benfica B respondeu prontamente, com Pedro Alves a guardar com afinco as redes caseiras… e, quando assim não era, era o ferro a dizer não! Que o diga Willock aos 25’.
Até ao intervalo, o resultado não se alterou, com destaque para a enorme intervenção de Zlobin, em cima do intervalo, a negar o golo a Firmino.
A segunda parte começou com mais uma oportunidade para os anfitriões, com Liu – isolado – a rematar ao poste. Diogo Gonçalves respondeu, mas sem consequências… ora, do outro lado estava um Dieguinho em dia sim e, aos 58’, remate em zona central, e o 2-0 para o Cova da Piedade.
O Benfica tentava reagir com tudo, o jogo abriu… e do outro lado, face ao balanceamento dos encarnados, o Cova da Piedade espreitava com perigo. Mais uma vez Zlobin e os ferros evitaram o golo.
As águias pegaram no jogo, mais acutilantes e com os olhos postos na baliza adversária, partiram para uns 15 minutos finais de qualidade, contudo, o resultado não mais se alterou.
Gedson (70’) e Jota (87’) estiveram muito perto de desfeitear as redes adversárias… mas a redondinha não quis entrar!
Derrota, por 2-0, para as águias, uma derrota que, face ao processo de crescimento da equipa, não mancha! Destaque para a boa reação dos encarnados... mas que não chegou.
Hélder Cristóvão fez alinhar o seguinte onze: Zlobin, Alex Pinto (José Gomes, 62’), Kalaica, Ferro, Pedro Amaral, Gedson, Keaton, Diogo Gonçalves, Willock, Heri (Jota, 73’) e Alan Jr (Nuno Santos, 73’).
Na próxima jornada (8.ª) os bês recebem a formação do SC Covilhã, numa partida agendada para as 14h30 de quarta-feira, dia 27 de setembro. Se não conseguir ir ao Caixa Futebol Campus, pode ver em direto na BTV.
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UMA VÉNIA AOS ADEPTOS

Frio, chuva, distância, crise, desilusão, são factores que podem dissuadir os adeptos de ir ao futebol. Especialmente se não forem do Benfica. Ontem, no estádio do Bessa, nova demonstração de que não há nenhuma linha que separe os nossos fiéis da sua equipa. Apesar do mau resultado, aquelas gargantas nunca cederam ao desânimo e, de novo, os adeptos estiveram onde sempre têm estado…ao lado dos jogadores que os representam.
Não há, em todo o Mundo, exemplo de tão gritante relação que leva os nossos milhares de fiéis a lotar estádios, a correr por gosto e a deixar a pele nas bancadas. Um dia, Saviola fez o diagnóstico certo, quando tentou uma comparação entre os adeptos do Benfica e os outros. Não conseguiu, porque “o Benfica e os seus fãs são incomparáveis”, adiantou o famoso avançado que, durante duas temporadas, juntou o nosso clube ao seu prestigiado curriculo cheio de medalhas e clubes de primeira grandeza.
O Benfica tem uma força social incomparável, reconhecida pelas instituições e invejada pelos adversários. Uma força social que o torna mais vencedor do que os outros. Uma grandeza intocável que não cede a derrotas ocasionais ou momentos equívocos de forma.
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JUNIORES SOFREM PRIMEIRO DESAIRE NO CAMPEONATO

A equipa de Juniores perdeu a invencibilidade ao perder, este sábado, no Caixa Futebol Campus, com o Sporting, por 0-2, em jogo da 3.ª jornada da zona Sul do Campeonato Nacional.
Primeira parte emocionante no Seixal, mas sem golos. Entre remates aos ferros e defesas atentas dos guarda-redes, Benfica e Sporting viram os intentos negados.
Muito equilíbrio nos minutos iniciais, com o esférico a circundar ambas as áreas. Diogo Pinto, do lado do Benfica, foi o mais perigoso. Primeiro um remate a milímetros do poste, aos sete minutos, e outro à barra três minutos depois. De permeio, o Sporting, por Leandro Tipote atirou ao poste da baliza de Diogo Garrido (9’).
Após o arranque louco, o jogo acalmou, mas sempre jogado a um ritmo vivo. O Benfica, por jogar em casa, subiu as linhas; não se atemorizou o Sporting, que tentava levar perigo em transições rápidas. Os verde e brancos voltaram a estar perto do golo aos 21 minutos, mas uma dupla defesa de Diogo Garrido negou-o a Rafael Leão e a Elves Baldé.
No reatamento, o jogo começou mais morno, com a bola a estar mais longe das balizas e mais disputado no miolo. Quando nada o fazia prever, o Sporting chegou ao golo. Cruzamento para a área de Rafael Leão, a bola desvia na cabeça de um defesa Benfiquista e trai Diogo Garrido. Aos 76’ estava inaugurado o marcador no Caixa Futebol Campus.
Quatro minutos volvidos parece ter havido grande penalidade a favor do Benfica. Gonçalo Loureiro chega primeiro à bola do que o adversário, mas o árbitro optou por nada assinalar. A um minuto do apito final, Pedro Mendes, com um remate cruzado, sentenciou a partida.
O Benfica soma sete pontos na classificação e na próxima ronda (5.ª) desloca-se ao reduto da Académica.
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VOLEIBOL MOSTRA-SE AOS BENFIQUISTAS COM TRIUNFO

A equipa de voleibol apresentou-se aos Benfiquistas com um triunfo, por 3-2, em jogo realizado no Pavilhão n.º 2 da Luz diante do Unicaja Almería Voley.
Hugo Gaspar, André Lopes, Ivo Casas (L), Zelão, Gradinarov e Tiago Violas foi o primeiro seis da época escolhido por José Jardim. Num 1.º set muito equilibrado, a turma espanhola superiorizou-se na parte final, fechando-o em 23-25.
Com o empate em mente, o Benfica tentou entrar eficaz nas ações de ataque, de bloco e no serviço, mas foi, uma vez mais, o Unicaja Almería Voley a levar a melhor, desta feita nas vantagens, por 27-29.
A perder por 0-2, a equipa do Benfica foi atrás do prejuízo e conseguiu reduzir para 1-2 após vencer o terceiro parcial do encontro, também nas vantagens, por 27-25. Motivado pelo set ganho, o Benfica apareceu mais forte no 4.º parcial do encontro e ganhou-o, por 25-20, levando o jogo de apresentação aos Sócios e adeptos para a “negra”.
No 5.º set, as águias puxaram dos galões e, apesar do equilíbrio, acabaram por vencer, por 15-13, fechando o encontro a seu favor (3-2).
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JUNIORES EM 3.º LUGAR NA TAÇA DOS CAMPEÕES EUROPEUS

A cidade checa de Brno recebeu a Taça dos Clubes Campeões Europeus de atletismo, com o Benfica a marcar presença com a equipa de Juniores.
As águias, a única formação lusa a conseguir subir e manter-se na 1.ª liga europeia, terminou a prova num honroso 3.º lugar, o melhor de sempre do Clube depois de ter alcançado o 5.º posto em duas ocasiões e um 4.º lugar com os mesmos pontos do terceiro.
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INICIADOS B COM VITÓRIAS EM ESPANHA

A equipa de Iniciados B do Benfica encontra-se na capital espanhola a participar no Torneio Madrid Football Cup 2017 U14 Alcobendas.
As águias têm garantida a presença nos oitavos de final após baterem o FC Flyeralarm Admira, por 1-3, golos de Pina (12’), Félix (21’) e Tiago (27’), e empaterm com os dinamarqueses do Brondby a uma bola, golo de Tiago (13’).
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RUI VITÓRIA: “ESTAMOS CÁ PARA A LUTA, COM CONVICÇÃO E REVOLTA”

“O título de Tetracampeão não se perde de um dia para o outro. Estamos cá para a luta, com determinação muito grande, com convicção e revolta muito grandes e tenho a plena confiança de que o trabalho que todos fazemos é de grande dedicação ao Benfica e é isso que vai continuar a acontecer”, reagiu na noite deste sábado, de forma enérgica, o treinador Rui Vitória, após a derrota da equipa do Benfica no reduto do Boavista (2-1), a primeira na Liga NOS.
“Não era o que queríamos, nem para nós nem para os adeptos, que foram incansáveis do princípio ao fim; trabalhámos em conjunto para outro desfecho. Não estamos satisfeitos, mas sabemos a fibra de que somos feitos. É fundamental todos entendermos isso e ao mesmo tempo acreditarmos no que valemos”, enfatizou o técnico das águias, desdramatizando e apontando já aos desafios que se seguem no calendário.
“A análise que tem de ser feita é esta: os meus jogadores são Tetracampeões e estamos cá com muita determinação porque isto não vai durar sempre. A revolta e o orgulho estão presentes”, vincou Rui Vitória.
Esmiuçando o que se passou no interior das quatro linhas, o comandante dos encarnados lamentou que a sua equipa não tenha materializado as oportunidades para aumentar a vantagem depois do tiro certeiro de Jonas e também a forma feliz como o Boavista chegou aos golos que viraram o resultado.
“Entrámos forte, fizemos um golo, podíamos ter feito mais. Na segunda parte continuámos, mas dois lances de certa forma fortuitos, que aparecem de vez em quando no jogo, acabaram por ditar o resultado. A equipa foi à procura do golo; teve de alterar a sua forma de jogar e foi mais com o coração, mas mesmo assim tivemos oportunidades, só que não fizemos golos”, referiu o técnico.
“Tivemos 45 minutos de bom nível. O adversário voltou ao jogo num lance em que a bola ressalta, numa situação de bola parada, e acaba por ficar nos pés do jogador do Boavista, e depois num livre direto. São coisas que não controlamos, porque surgem do jogo”, destacou Rui Vitória.
“O Boavista organizou-se defensivamente, mas não teve muito mais além disso. Tivemos um caudal ofensivo maior. É evidente que este resultado não é justo. A tal fluidez surgiu na primeira parte, tivemos bolas para golo, mas agora estarmos a fazer esta análise é chover em cima do molhado”, declarou.
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LUISÃO: “CONFIO NO GRUPO DE TRABALHO”

Luisão falou no final da partida com o Boavista – derrota por 2-1 – e analisou a exibição Benfiquista.
“É um resultado que não queríamos. Lutámos, entrámos fortes, mas não conseguimos vencer. Este grupo já provou que consegue superar-se. Trabalhámos muito e não vamos desistir. Vamos trabalhar para melhorar”, assegurou.
Os axadrezados não estavam a conseguir criar perigo quando empataram e receberam um balão de oxigénio que lhes permitiu chegar ao triunfo. “O Boavista não chegou perto da nossa baliza, mas conseguiu o empate e as coisas ficaram mais complicadas. Como capitão assumo a responsabilidade e reitero, desde já, que confio no grupo de trabalho”, sublinhou.
Luisão sossegou os Benfiquistas dizendo que as águias vão regressar às vitórias. “O Benfica acostumou os adeptos às vitórias e vamos voltar a conseguir triunfar”, salientou.
O capitão aproveitou para elogiar Varela e Rúben Dias. Para o central, o guarda-redes é um grande profissional. “Não temos de colocar culpas em ninguém. O Varela é um profissional de alta qualidade; o Rúben… fiquei feliz por estrear-se e fico feliz por ver um jovem que está no Clube desde a formação chegar à equipa principal”, destacou.
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UM SOCO NO ESTÔMAGO

O Benfica colocou-se em vantagem no Bessa logo ao minuto sete, numa finalização com assinatura de Jonas, e dispôs ainda de um punhado de oportunidades para dilatar a diferença até ao intervalo, mas o guardião Vagner esteve insuperável. No segundo tempo, o Tetracampeão viu o Boavista ser duplamente bafejado pela fortuna, primeiro num ressalto de bola que Renato Santos transformou no 1-1, depois num livre direto executado e convertido em golo por Fábio Espinho (2-1).
Pese o esforço nos minutos finais para reverter o cenário, o Tetracampeão consentiu a primeira derrota nesta edição da Liga NOS.
Com atitude positiva, variando o jogo e pondo velocidade nas iniciativas pelos três corredores, o Benfica entrou com força e empurrou o Boavista para trás no arranque da partida.
Depois de uma ameaça de Pizzi num tiro de meia distância, a equipa encarnada colocou-se em vantagem ao minuto sete. Aproveitando um lance iniciado numa recuperação de Luisão e desenvolvido na esquerda por Zivkovic, Jonas furou a marcação na área axadrezada, acorreu ao cruzamento do sérvio e, elevando-se mais alto, cabeceou para o fundo das redes, pese a estirada do guardião Vagner (0-1).
Os axadrezados tentaram reagir, esticando-se no relvado sobretudo na execução de livres, mas a organização defensiva dos encarnados, que contou com o estreante Rúben Dias ao lado do capitão Luisão, não cedeu.
Bulos ainda introduziu a bola na baliza de Varela (12’), mas partiu de posição irregular, sendo a infração devidamente assinalada.
Assumindo as suas responsabilidades, o Benfica ripostou e procurou construir ataques que o conduzissem ao segundo golo no encontro.
Jonas, na cobrança de um livre direto perto da quina esquerda da grande área boavisteira, atirou forte e colocado, mas Vagner voou e sacudiu para canto (29’).
Pouco depois (32’), o camisola 10 das águias voltou a rondar a baliza do Boavista, mas o remate, feito com o pé esquerdo, saiu um pouco desenquadrado do alvo.
Dando expressão à fase de maior carga sobre a defensiva contrária, Zivkovic soltou-se logo a seguir (33’) e, descaído para a esquerda da área, usou o seu melhor pé no disparo, sendo a ocasião de golo estancada pelas luvas do guardião da casa.
Na abertura do segundo tempo, Rui Vitória teve de resolver uma contrariedade: Salvio, por razões físicas, foi substituído por Rafa (51’).
Volvidos quatro minutos, com muita felicidade no ressalto de bola após tentativa da defensiva encarnada para anular a intenção boavisteira, Renato Santos, pela direita da área, enquadrou um remate cruzado e não deu hipótese de defesa a Varela, que bem se esticou (1-1).
Com o propósito de desfazer um resultado que não interessava, o Benfica tornou a chegar o pé ao acelerador e a apontar à baliza axadrezada, onde se viu Vagner voar de novo para impedir o golo de Jonas, num tiro à entrada da área (63’).
Quando já atacava com Raúl no lugar de Seferovic, o Benfica levou um murro no estômago (74’): num livre em posição frontal à baliza encarnada, Fábio Espinho atirou ao alvo e Varela viu a bola fugir para as malhas (2-1).
Zivkovic cedeu o lugar a Gabriel (77’) e o Benfica foi atrás do resultado. Aos 80’, na sequência de um cruzamento de Grimaldo, Gabriel e Rafa cheiraram o empate, mas Vagner não o consentiu.
O Tetracampeão teve bola nos minutos finais, mas não lhe conseguiu dar o caminho do golo, cedendo a primeira derrota nesta edição da Liga NOS.
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JÁ HÁ ONZE PARA O BESSA!

SL Benfica e Boavista FC disputam esta noite a 6.ª jornada da Liga NOS. Rui Vitória já revelou qual o onze que vai alinhar de início.
O Benfica alinha frente aos axadrezados com o seguinte onze: Varela; André Almeida, Luisão, Rúben Dias e Grimaldo; Filipe Augusto, Pizzi, Salvio e Zivkovic; Jonas e Seferovic.
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RESOLVER CEDO FOI O MOTE

Todos os jogos começam 0-0, mas o resultado deste Benfica-Unidos Pinheirense depressa se desatou. Ainda o primeiro minuto não estava concluído e já Deives festejava.
Feito o primeiro da tarde, os encarnados foram à procura de mais golos, coisa que conseguiram ao minuto 3 e novamente por Deives, que concluiu uma boa jogada. A partida continuou de sentido único, com as águias a construírem boas oportunidades. Numa dessas iniciativas, Chaguinha furou a defesa adversária e ofereceu o terceiro a Tiago Brito (9’). O mesmo Chaguinha iria fazer aos 16 minutos o último tento da primeira parte estando segundos depois perto do quinto, mas a bola embateu na barra. O intervalo não chegaria sem que André Coelho obrigasse o guardião adversário a grande defesa.
No reatamento, os homens de Valbom apareceram mais pressionantes, mas foi o Benfica a celebrar novamente com o bis de Tiago Brito (27’). Mais tarde, numa altura em que o Unidos Pinheirense já utilizava o guarda-redes avançado, Fábio Cecílio (33’) fez o sexto da partida. O mesmo jogador assinaria o sétimo (35’), após grande abertura de Chaguinha.
O guarda-redes avançado permitiu aos visitantes fazerem o golo de honra (7-1), através de Paulinho (36’). Até final, o jogo foi perdendo intensidade e o resultado não se alterou.
A turma de Joel Rocha consegue assim a segunda vitória no campeonato em outros tantos jogos, ocupando agora o 1.º lugar da classificação geral com 6 pontos. Na próxima ronda, sábado (17h00) os encarnados deslocam-se ao pavilhão do Fabril-Auto Kuatrus, no Barreiro.
O Benfica alinhou com: Roncaglio, André Coelho, Raúl Campos, Robinho e Deives.
Jogaram ainda: Chaguinha, Tiago Brito, Rafael Henmi, Fábio Cecílio e Afonso Jesus.
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HÉLDER CRISTÓVÃO: “QUEREMOS ENTRAR FORTE E INTRANQUILIZAR”

Dar sequência à vitória alcançada na ronda anterior diante do Real SC, no Caixa Futebol Campus, é o objetivo que o Benfica B se propõe concretizar este domingo (11h15) no terreno do Cova da Piedade, em encontro enquadrado na 7.ª jornada da Ledman LigaPro.
Hélder Cristóvão, treinador dos bês encarnados, assumiu à BTV que a equipa tem sentido algumas dificuldades fora do seu ambiente, tendo na memória a derrota em casa do Ac. Viseu na última deslocação, mas também salientou que está na hora de “inverter essa tendência”.
“É uma deslocação. Apesar de ser curta, nota-se sempre alguma diferença. Temos tido algumas dificuldades fora, não em termos de processo ou de comportamento, mas no que diz respeito ao resultado. Queremos inverter essa tendência, sabendo que o Cova da Piedade atravessa um período menos bom”, assinalou Hélder, acrescentando uma ideia com firmeza: “Queremos entrar forte no jogo, tirar alguma vantagem do facto de eles não ganharem há algum tempo e criar alguma intranquilidade, assumindo o jogo de uma forma constante.”
A experiência é um dos traços que caracterizam o Cova da Piedade, na opinião de Hélder Cristóvão, que confia na qualidade dos jovens que comanda para alcançar este domingo o resultado pretendido.
“Cabe-nos ter uma entrada forte, personalizada, agressiva, jogar um pouco com a nossa juventude, mostrar que queremos a segunda vitória consecutiva, importante para o processo neste período de campeonato”, observou o técnico.
“A semana foi muito bem conseguida em termos de trabalho, com respostas muito boas”, confidenciou Hélder Cristóvão. “Temos de pôr rapidamente em prática aquilo que fomos treinando, sabendo que se isso acontecer estaremos muito próximos de conseguir um bom resultado”, objetivou o comandante da equipa B das águias.
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GOLO NOS DESCONTOS TRAZ JUSTIÇA

Foi um Benfica dominador, mas algo perdulário, aquele que se apresentou no Caixa Futebol Campus. As jovens águias começaram cedo à procura do golo, mas durante os 70 minutos tiveram sempre um duro adversário pela frente e um Flávio Tavares muito inspirado.
As oportunidades foram surgindo, mas o guardião da formação de Massamá foi sempre dando a melhor resposta às ofensivas encarnadas. Tiago Morais foi um dos mais inconformados com o 0-0 e durante a partida tentou de todas as formas e feitios desfeitear o guarda-redes contrário.
Contudo, os minutos foram passando e a igualdade ia-se mantendo. Quando já se pensava que o empate ia ser o resultado final foi o próprio Tiago Morais a apontar o golo que deu os três pontos ao conjunto de Luís Nascimento.
O campeão em título mantém-se invicto no Campeonato Nacional de Iniciados, com 12 pontos em 4 jogos, ocupando neste momento o 1.º lugar da geral. Na próxima jornada o adversário será o CIF, numa partida agendada para as 11h00 de domingo, dia 24 de setembro.
O Benfica alinhou com: André Mendes, Martim Ferreira, Rafael Afonso, João Barros, Guilherme Montóia, Afonso Soares, João Tomé, Martim Neto, Bruno Santos, Pedro Santos e Tiago Morais.
Jogaram ainda: Gustavo Mendonça, Juan Gómez e Francisco Dias.
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CARLOS RESENDE: “QUEREMOS RESULTADOS POSITIVOS”

A 3.ª jornada do Campeonato Nacional joga-se, em casa, frente ao FC Porto e o treinador Carlos Resende acredita num jogo muito disputado pelas duas equipas.
“Com certeza que na Luz, no domingo será, independentemente do que foram os resultados para trás - quer sejam os resultados do Benfica, quer sejam os resultados do FC Porto -,  um jogo bastante disputado de parte a parte, com duas equipas com muita vontade de vencer”, começou por dizer, o treinador, em declarações à BTV.
O comandante da equipa encarnada de andebol afirma ainda ser crucial os atletas e treinadores estarem permanentemente motivados.
“Eu diria que uma dose de motivação intrínseca é crucial! Isso não deve depender daquilo que são os resultados semana a semana, agora logicamente que todos nós gostamos de trabalhar sobre vitórias. É importante no nosso processo, na nossa forma de trabalhar e naquilo que queremos, que são resultados positivos”, rematou.
Quanto ao apoio dos adeptos, Carlos Resende apela à presença de todos.
“Aquilo que espero, e porque isso será extremamente importante para nós - motivante para os jogadores e também para o próprio espetáculo que iremos produzir -, será o fator público”, concluiu.
O jogo realiza-se às 16h00, de domingo, no Pavilhão n.º 2.
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FEJSA E JARDEL INDISPONÍVEIS PARA O BOAVISTA

Os futebolistas Jardel e Fejsa ainda não são opção para o treinador Rui Vitória. Desta forma, ficaram fora dos eleitos para o Boavista.
O boletim clínico é o seguinte:
Jardel – lesão miotendinosa na região posterior da coxa direita;
Fejsa – traumatismo na perna direita.
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RUI VITÓRIA: “VAMOS COM AMBIÇÃO E VONTADE DE VENCER”

Rui Vitória perspetivou o jogo com o Boavista referente à 6.ª ronda da Liga NOS. O técnico espera dificuldades mas quer os três pontos.
“Tradicionalmente é difícil jogar no Bessa. Com a mudança de treinador há uma reação natural da equipa do Boavista. O Miguel Leal fez um trabalho muito bom. Vamos encontrar um Boavista determinado e convicto, mas não vai alterar a nossa forma de estar, com ambição e a pensar em colocar as nossas características no relvado. Vamos ao Bessa com vontade de vencer”, sublinhou.
Instado a comentar se o Benfica está aquém do que mostrou na temporada transata, respondeu com factos: “Já tivemos uma Supertaça que conquistámos e tivemos jogos difíceis que ganhámos. Nesta altura, o ano passado, tínhamos 13 pontos, 11 golos marcados; este ano temos os mesmos pontos, mas com mais golos marcados. O campeonato não é fácil e eu nunca o disse.”
Jorge Simão é o novo treinador do Boavista, mas Rui Vitória não acredita em mudanças bruscas no modelo de jogo axadrezado. “Funcionamos a pensar em nós. Ao olharmos muito para dentro, estamos mais preparados para o que o jogo nos pode dar. Não me parece que haja muitas ideias novas. Essas deverão ser as do Miguel Leal, mas há uma reação à mudança, que não deveria acontecer, digo já”, considerou.
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20 CONVOCADOS PARA O BESSA

O croata Krovinovic está de regresso aos convocados. Esta é a grande novidade entre os eleitos por Rui Vitória para o jogo com o Boavista.
O desafio da 6.ª ronda da Liga NOS está agendado para as 18h15 de sábado, no Estádio do Bessa.
Lista de convocados:
Guarda-redes – Júlio César e Bruno Varela;
Defesas – Lisandro, Grimaldo, Luisão, Eliseu, André Almeida e Rúben Dias;
Médios – Filipe Augusto, Samaris, Zivkovic, Salvio, Krovinovic, Pizzi e Cervi;
Avançados – Raúl Jiménez, Jonas, Gabriel Barbosa, Seferovic e Rafa.
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LIMA: “OS ADEPTOS TÊM DE PUXAR, O TRABALHO ESTÁ A SER BEM FEITO”

Do outro lado do Atlântico, sempre atento ao dia a dia do Benfica e, em particular, aos resultados da equipa de futebol profissional, Lima reflete sobre o momento atual e, com base nas experiências vividas de águia ao peito, enfatiza a relevância da massa adepta para estimular e impulsionar os jogadores, olhando no imediato para o embate de sábado, em casa do Boavista.
“A força dos adeptos é sempre muito importante para a equipa, mais ainda quando esta vem de uma derrota com o CSKA Moscovo, o que para mim foi somente um acidente. Estamos apenas no início da temporada, há que ter isso presente”, salienta o brasileiro, falando ao Site Oficial do SL Benfica desde Belém do Pará.
“Não é um desaire que abala tudo. Esta também é a hora de os adeptos se chegarem à frente e ajudarem a equipa”, insiste o antigo camisola 11 dos encarnados. “A massa adepta tem de confiar, porque o trabalho está a ser bem feito, o grupo e o treinador são vencedores e o presidente mantém tudo em ordem”, assinala Lima.
Conhecedor do balneário que, em virtude da transferência para o Al Ahli (Emirados Árabes Unidos), deixou de frequentar nos últimos dias de julho de 2015, Lima destaca o papel “dinamizador” e “tranquilizador” dos capitães, começando por Luisão: “Nas fases menos boas ou quando acontece uma adversidade, os capitães passam sempre muita tranquilidade, nomeadamente a quem acaba de chegar ao grupo, visto que a história desta época está apenas no início.”
“Num Clube grande como o Benfica a cobrança é sempre grande, mas cada jogador tem de se mentalizar de que, agora, o principal é o próximo jogo; que tem de se chegar ao Bessa e jogar a mil à hora”, adiciona o avançado, que apontou dois golos ao Olhanense em abril de 2014 e assim materializou o esforço coletivo pela conquista daquele que foi o primeiro campeonato do Tetra.
Por agora a finalizar a reabilitação de uma mazela num joelho, Lima acredita que “em novembro ou dezembro” já estará a treinar “normalmente”. “Vou com calma, porque já tive muito desgaste na carreira. Estou em Belém do Pará, muito perto da minha cidade natal, Monte Alegre. Espero voltar em força e tornar a brilhar nos relvados”, projeta o avançado, que em maio de 2018 completa 35 anos.
A conversa com o Site Oficial do SL Benfica termina com um forte remate de Lima: “Grande abraço para todo os Benfiquistas. Saudades!”
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GRUPO NA TAÇA CTT REFORMULADO

O Benfica ficou a saber que a sua agenda de compromissos na Taça CTT mudou em face do castigo (derrota) aplicado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol ao Real SC, com base na utilização irregular do jogador Abou Touré no desafio em que eliminara o Belenenses.
Perante este facto, já oficializado pela entidade organizadora da prova, a equipa de Massamá será substituída pelo Portimonense no lote de componentes do Grupo A.
Em consequência da reformulação no agrupamento, as águias vão então bater-se com SC Braga (adversário que enfrentam já na quarta-feira, dia 20 de setembro, pelas 21h15, no Estádio da Luz), Vitória de Setúbal e ainda o referido Portimonense.
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RUI VITÓRIA LANÇA DUELO DO BESSA

Em busca do quinto triunfo na corrente edição da Liga NOS, o treinador do Benfica, Rui Vitória, projeta esta sexta-feira em conferência de Imprensa, pelas 13h00, o desafio de sábado ante o Boavista no Estádio do Bessa.
É no Caixa Futebol Campus, no Seixal, que Rui Vitória, depois de um treino à porta fechada (cujo início está aprazado para as 10h00), vai abordar perante os jornalistas o embate da sexta jornada do campeonato.
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TENHO DOIS AMORES

O eixo Estádio do Bessa-Estádio da Luz sempre teve, ao longo dos anos, muito tráfego. Nas épocas mais recentes descongestionou, mas se recuarmos e fizermos uma análise desde o início deste milénio (ano 2000) percebemos que os futebolistas que representaram Benfica e Boavista foram mais que muitos.
Neste trabalho balizámos a pesquisa ao início do Século, mas a troca de futebolistas entre o clube portuense e as águias começou bem antes, com nomes como João Alves, Carlos Manuel, Isaías ou Jorge Gomes – primeiro estrangeiro do Benfica –, só para mencionar alguns.
Um onze de fazer inveja
Curiosamente, neste milénio, foi rigorosamente uma equipa de futebol. Onze! Na baliza, Mika. Nas águias em 2012/13, passou pelos axadrezados entre 2014/15 e 2016/17. Atualmente em Inglaterra, o guarda-redes alternou entre o Benfica e o Benfica B antes de se afirmar no Bessa com 64 jogos realizados.
No sector mais recuado, uma palavra para o defesa direito Nélson. Despontou em 2004/05 no Boavista e chamou à atenção os olheiros do Benfica que o contrataram. Saiu no início de 2008/09, mas até lá completou 107 desafios. No centro pontifica Rui Bento. Devido à rapidez e inteligência na leitura de jogo, Eriksson lançou-o a líbero no início da década de 90. Depois de duas épocas de águia ao peito, o central viajou até ao Porto onde permaneceu nove temporadas (até 2000/01). Fazia parte do plantel que deu o único título de campeão aos axadrezados. À esquerda “joga” Jorge Ribeiro. O irmão de Maniche foi formado na Luz, estreou-se na equipa principal em 1999/2000, mas foi em 2008/09, com Quique Flores, que jogou mais (25 partidas). Representou o Boavista em 2007/08.
No meio-campo, um duplo pivot defensivo composto por Tiago Pereira e Petit. No Benfica ainda nos anos 90 (1996/97 e 1997/98), o médio defensivo chegou ao Bessa já neste Século (2004/05) onde permaneceu três temporadas. Fez 30 encontros na Luz e 91 no Porto. Ainda no miolo, mas mais à frente encontramos Sanchez. O boliviano, detentor de uma força de remate assinalável, representou as águias em 1990/91, mas sem se destacar. Voltaria 1997/98 para jogar com mais regularidade. O Boavista, em contraponto, foi o clube onde Sanchez mais se destacou na carreira. Representou o clube em 10 temporadas, apontou 56 golos em 275 jogos. Tal como Rui Bento, esteve na equipa do título de 2000/01. Chegado ao Benfica no seu último patamar de formação, Edgar estreou-se nos Seniores em 1994/95, mas foi na época seguinte que deixou as bancadas da Luz rendidas ao seu talento. Saiu para Espanha no final de 1997/98 e só regressou a Portugal em 2007/08, curiosamente, para o Boavista.
No ataque, três nomes incontornáveis. À cabeça, João Vieira Pinto, sem secundado por Nuno Gomes e João Tomás. O “menino de ouro” como era conhecido na Luz foi “pescado” no Bessa em 1992/93. Com 21 anos não teve pejo em se assumir como titular e mais tarde como capitão. 302 jogos e 90 golos depois saiu para tristeza de muitos Benfiquistas. Anos mais tarde, já neste milénio, regressou à casa de partida – Boavista – onde permaneceu até ao final de 2005/06. Do Bessa para a Luz viajou também Nuno Gomes. Dera nas vistas nas três temporadas como sénior no Boavista e o Benfica contratou, em 1997/98, para a sua equipa. Aí ficou mais três épocas, saiu e regressou em 2002/03 saindo, apenas, em 2010/11.  A finalizar, João Tomás! Representou ambos os emblemas, mas destacou-se mais na Luz. Em 2000/01, ao lado de Van Hooijdonk, fez uma dupla mortífera. Em 2008/09 jogou no Boavista.
Jogadores que representaram Benfica e Boavista
(Seniores e neste milénio)
João Vieira Pinto
Boavista - 5 épocas, de 1988/89 a 1989/90; 1991/92; 2004/05 a 2005/06.
Benfica - 8 épocas, de 1992/93 a 1999/00.
Rui Bento
Benfica - 2 épocas, de 1990/91 a 1991/92.
Boavista - 9 épocas, de 1992/93 a 2000/01.
Erwin Sanchez
Benfica - 3 épocas, 1990/91; 1997/98; 1999/00.
Boavista - 10 épocas, 1992/93 a 1996/97; 1998/99 a 2002/03.
Observação: na época 1999/00, fez dois jogos pela equipa B do Benfica e depois transferiu-se a meio da época para o Boavista.
Nuno Gomes
Boavista - 3 épocas, de 1994/95 a 1996/97.
Benfica - 12 épocas, de 1997/98 a 1999/00; 2002/03 a 2010/11.
Edgar 
Benfica - 4 épocas, de 1994/95 a 1997/98.
Boavista - 1 época, 2007/08.
Tiago Pereira
Benfica - 2 épocas, de 1996/97 a 1997/98.
Boavista - 3 épocas, de 2004/05 a 2006/07.
Jorge Ribeiro
Benfica - 6 épocas, de 1998/99 a 2001/02; 2008/09 a 2009/10.
Boavista - 1 época, 2007/08.
João Tomás
Benfica - 3 épocas, de 1999/00 a 2001/02.
Boavista - 1 época, 2008/09.
Petit
Boavista - 3 épocas, de 2000/01 a 2001/02; 2012/13.
Benfica - 6 épocas, de 2002/03 a 2007/08.
Nélson
Boavista - 1 época, 2004/05.
Benfica - 4 épocas, de 2005/06 a 2008/09.
Mika
Benfica - 1 época, 2012/13.
Boavista - 3 épocas, de 2014/15 a 2016/17.
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